Presidente do TCU defende gratificação para servidores e afirma que aprovou benefício com 'muito orgulho'
O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Vital do Rêgo, defendeu a gratificação para servidores que ocupam funções de direção, chefia e...
Categoria: Finanças Pessoais
O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Vital do Rêgo, defendeu a gratificação para servidores que ocupam funções de direção, chefia e assessoramento, afirmando que aprovou o benefício com 'muito orgulho' e 'muita vontade'. O adicional pode aumentar em até 15% a remuneração desses servidores. Justificativa para a gratificação De acordo com o ministro Vital do Rêgo, a gratificação é necessária porque os servidores do TCU atingem o teto de carreira em até seis anos, ou seja, o salário máximo. Com isso, não há incentivo em assumir cargos de chefia. Progressão de carreira no serviço público O Ministério da Gestão informou que está ampliando, nos acordos assinados com servidores nos últimos anos, de 13 para 20 níveis os degraus de progressão de carreira. Segundo a ministra Esther Dweck, na prática, muitos servidores do Executivo chegavam ao topo da carreira com 13 anos. Decisões do STF sobre penduricalhos Em março, o Supremo Tribunal Federal (STF) estabeleceu os critérios para o pagamento das verbas indenizatórias — chamadas de 'penduricalhos' — para os magistrados e os integrantes do Ministério Público. Na ocasião, foi informado que a decisão levaria a uma economia de R$ 7,3 bilhões ao ano. FAQ O que é a gratificação para servidores do TCU? A gratificação é um adicional que pode aumentar em até 15% a remuneração dos servidores que ocupam funções de direção, chefia e assessoramento. Por que a gratificação é necessária? A gratificação é necessária porque os servidores do TCU atingem o teto de carreira em até seis anos, ou seja, o salário máximo. Com isso, não há incentivo em assumir cargos de chefia. Qual é o impacto da decisão do STF sobre penduricalhos? A decisão do STF estabeleceu os critérios para o pagamento das verbas indenizatórias — chamadas de 'penduricalhos' — para os magistrados e os integrantes do Ministério Público, levando a uma economia de R$ 7,3 bilhões ao ano.